Pós em Africanidades e Cultura Afro-Brasileira: capacita educadores para o ensino de história e cultura africana, obrigatório por lei. Salário R$ 2.500 a R$ 7.000.
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A pós-graduação em Africanidades e Cultura Afro-Brasileira especializa educadores e profissionais da cultura no estudo das histórias, culturas e contribuições africanas e afro-brasileiras à formação do Brasil. A base legal é direta: a legislação educacional brasileira tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana em toda a educação básica — e as redes precisam de professores preparados para cumprir essa determinação com profundidade, não como conteúdo de datas comemorativas. O público principal são professores de todas as disciplinas (a lei atravessa o currículo, com ênfase em história, artes e literatura), coordenadores pedagógicos e gestores escolares, além de profissionais de museus, centros culturais, secretarias de cultura e projetos sociais. A especialização qualifica para formar outros professores, produzir material didático antirracista, atuar em núcleos de diversidade das redes de ensino e assessorar políticas de igualdade racial — frente que também cresceu nas empresas, em áreas de diversidade e inclusão. O curso dura em média 12 a 18 meses. A formação percorre história da África e das diásporas, culturas e religiões afro-brasileiras, literatura e artes negras, relações étnico-raciais e racismo estrutural no Brasil, a legislação educacional do tema e suas diretrizes curriculares, educação antirracista e metodologias para o ensino — como transformar o marco legal em prática pedagógica concreta e transformadora.

Faculdades parceiras com Africanidades e Cultura Afro-Brasileira
Bolsas de estudo de até 80% nas maiores redes de ensino do país. Cadastro grátis, sem ENEM, sem complicação.
A pós-graduação em Africanidades e Cultura Afro-Brasileira especializa educadores e profissionais da cultura no estudo das histórias, culturas e contribuições africanas e afro-brasileiras à formação do Brasil. A base legal é direta: a legislação educacional brasileira tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana em toda a educação básica — e as redes precisam de professores preparados para cumprir essa determinação com profundidade, não como conteúdo de datas comemorativas. O público principal são professores de todas as disciplinas (a lei atravessa o currículo, com ênfase em história, artes e literatura), coordenadores pedagógicos e gestores escolares, além de profissionais de museus, centros culturais, secretarias de cultura e projetos sociais. A especialização qualifica para formar outros professores, produzir material didático antirracista, atuar em núcleos de diversidade das redes de ensino e assessorar políticas de igualdade racial — frente que também cresceu nas empresas, em áreas de diversidade e inclusão. O curso dura em média 12 a 18 meses. A formação percorre história da África e das diásporas, culturas e religiões afro-brasileiras, literatura e artes negras, relações étnico-raciais e racismo estrutural no Brasil, a legislação educacional do tema e suas diretrizes curriculares, educação antirracista e metodologias para o ensino — como transformar o marco legal em prática pedagógica concreta e transformadora. As principais áreas de atuação incluem Educação para relações étnico-raciais, Ensino de história e cultura afro-brasileira, Formação de professores, Museus e espaços culturais. Durante a graduação, o aluno desenvolve competências como História da África e das diásporas, Culturas afro-brasileiras, Educação antirracista. Pelo Bolsa Click, é possível encontrar ofertas com bolsa de até 80% nas maiores redes de ensino do país, todas reconhecidas pelo MEC, nas modalidades presencial, EAD e semipresencial.
O curso de Africanidades e Cultura Afro-Brasileira tem duração de 12 a 18 meses em sua versão padrão reconhecida pelo MEC. Essa duração inclui carga horária mínima exigida pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), além do estágio supervisionado quando obrigatório pela profissão. Cursos na modalidade EAD ou semipresencial mantêm a mesma duração total da modalidade presencial — o diploma final é equivalente em todas as modalidades. Algumas faculdades oferecem aceleração via aproveitamento de disciplinas (transferência interna ou externa), permitindo reduzir o tempo total quando o estudante já cursou ao menos um semestre em outra instituição. Pelo Bolsa Click, você compara modalidades disponíveis para Africanidades e Cultura Afro-Brasileira nas maiores redes de ensino do país com bolsa de até 80%.
Com bolsa pelo Bolsa Click, o curso de Africanidades e Cultura Afro-Brasileira pode ser encontrado a partir de R$ 1.349,10 por mês, com descontos de até 80% sobre a mensalidade cheia. Os valores variam por modalidade (EAD costuma ser mais acessível que presencial), por instituição (faculdades de grande porte como Anhanguera, Estácio, Unopar e Pitágoras têm faixas competitivas) e pela região (capitais de SP/RJ tendem a ter mensalidades cheias maiores). A inscrição no Bolsa Click é totalmente gratuita — você compara ofertas, escolhe a bolsa que melhor cabe no orçamento e faz matrícula direto pela faculdade sem custo de processo seletivo. Não há taxa de manutenção ou cobrança escondida na bolsa.
Profissionais formados em Africanidades e Cultura Afro-Brasileira têm salário médio de R$ 2.500 a R$ 7.000 no Brasil, segundo dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho). O valor varia conforme a região, o tipo de empregador (público, privado ou autônomo) e a experiência: profissionais em início de carreira costumam ficar na faixa inferior, enquanto especialistas com pós-graduação ou anos de mercado podem ultrapassar o teto da faixa. As áreas com melhores salários costumam ser Educação para relações étnico-raciais, Ensino de história e cultura afro-brasileira, Formação de professores, Museus e espaços culturais. O mercado de trabalho para Africanidades e Cultura Afro-Brasileira apresenta demanda moderada, com oportunidades em Professor especializado em relações étnico-raciais, Formador de professores, Coordenador de núcleos de diversidade, Educador de museus e centros culturais. A profissão é regulamentada pelo conselho profissional correspondente quando exigido pela legislação.
| Faculdade | Modalidade | Cidade | Mensalidade c/ bolsa | Desconto |
|---|---|---|---|---|
| ANHANGUERA | EAD | — | R$ 1.439,10 | 10% |
| ANHANGUERA | EAD | — | R$ 1.835,10 | 10% |
| ANHANGUERA | EAD | — | R$ 1.349,10 | 10% |
| UNOPAR | EAD | — | R$ 1.349,10 | 10% |
| UNOPAR | EAD | — | R$ 1.835,10 | 10% |
| UNOPAR | EAD | — | R$ 1.439,10 | 10% |
| ANHANGUERA | EAD | — | R$ 1.349,10 | 10% |
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| ANHANGUERA | EAD | — | R$ 1.835,10 | 10% |
| ANHANGUERA | EAD | — | R$ 1.349,10 | 10% |
| ANHANGUERA | EAD | — | R$ 1.349,10 | 10% |
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