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A armadilha luminosa contra a dengue criada no IFPA usa luz e ventilação para atrair e capturar mosquitos, sem inseticida e com peças reaproveitadas. Segundo o MEC, o protótipo já funciona no campus onde foi desenvolvido. A graduação em Engenharia Elétrica é uma das formações ligadas ao projeto e aos seus componentes.
Em resumo
- O equipamento atrai mosquitos com iluminação e os conduz para uma área de captura por ventilação.
- A construção aproveita materiais descartados e dispensa produtos inseticidas.
- Engenharia Elétrica, Automação Industrial e Ciências Biológicas ajudam a entender diferentes partes da solução.
- Engenharia Elétrica EAD aparece no catálogo com mensalidade de R$ 179,28.
Como a armadilha luminosa do IFPA funciona
O projeto recebeu o nome EcoLuz Trap e nasceu em uma unidade de ensino de Marabá, no Pará. A equipe reuniu professores e cinco alunos da formação técnica de Controle Ambiental para buscar uma resposta prática à presença frequente de mosquitos em espaços usados pela comunidade escolar.
O mecanismo combina uma fonte luminosa com pequenos ventiladores. A iluminação chama a atenção dos insetos, enquanto o fluxo de ar auxilia na captura. Em vez de depender de substâncias químicas, o equipamento emprega elementos simples, como latas, fios, LEDs, fontes de energia, placas e microventiladores de 12 volts.
Cada aparelho tem custo estimado de R$ 20, conforme as informações divulgadas pelo MEC. Esse valor ficou cerca de 80% abaixo do preço dos modelos comerciais usados como referência pela equipe. O custo reduzido está relacionado à escolha de componentes acessíveis e ao aproveitamento de objetos que poderiam ir para o lixo.
O processo não se resumiu à montagem. Os estudantes compararam diferentes iluminações, acompanharam o ritmo das capturas e levaram os insetos recolhidos para observação em laboratório. Os registros orientaram mudanças na disposição das peças, na proteção do circuito e na forma de cuidar do equipamento.
A intenção também era tornar a captura mais seletiva. A equipe procurou diminuir o risco de atingir outros insetos, sobretudo os que participam da polinização. A matéria do MEC apresenta esse ponto como um objetivo do desenvolvimento, não como uma garantia de eliminação total de capturas indesejadas.
Depois dos testes, o grupo compartilhou o aprendizado em atividades abertas à comunidade. Foram preparados materiais explicativos, vídeos e registros do trabalho. O projeto ainda passou por feiras, mostras e encontros científicos, levando uma experiência escolar para espaços de discussão sobre tecnologia, ambiente e saúde.
Por que esse projeto importa para quem estuda
A EcoLuz Trap mostra que um problema observado no cotidiano pode virar atividade de investigação. Os participantes precisaram reconhecer a situação, imaginar uma solução possível, desenhar o equipamento, montar versões de teste, observar resultados e corrigir falhas. Esse caminho aproxima o estudo técnico de uma aplicação concreta.
O projeto também evidencia que soluções para saúde pública podem reunir conhecimentos de áreas diferentes. A parte elétrica permite alimentar e conectar os componentes. A automação ajuda a pensar no funcionamento coordenado do sistema. Já as Ciências Biológicas contribuem para observar os insetos e entender quais organismos foram capturados.
Para o estudante, a principal lição não está apenas no objeto pronto. O valor educacional aparece na capacidade de testar hipóteses, registrar o que aconteceu e tomar decisões com base nas observações. Esse raciocínio é útil em laboratórios, projetos acadêmicos e atividades profissionais que exigem solução de problemas.
Há ainda uma conexão ambiental. O reaproveitamento de materiais reduz a necessidade de comprar todas as peças novas e dá outra função a itens descartáveis. Quem deseja aprofundar essa relação entre tecnologia, resíduos e infraestrutura pode conhecer a pós em Engenharia Ambiental e Saneamento EAD.
A aplicação em um tema de saúde também abre espaço para compreender equipamentos voltados ao cuidado coletivo. Uma referência próxima é a pós em Engenharia Biomédica e Clínica EAD, que aproxima conhecimentos de engenharia e contextos de saúde.
O que Engenharia Elétrica tem a ver com a armadilha
A graduação em Engenharia Elétrica ajuda a compreender elementos centrais do protótipo, como alimentação de energia, circuitos, conexões, iluminação e motores elétricos. Também oferece base para analisar consumo, proteção, estabilidade e segurança durante o funcionamento de um dispositivo.
Isso não significa que o curso tenha como foco fabricar armadilhas para mosquitos. A ligação está no conjunto de conhecimentos usados para projetar, integrar, testar e aperfeiçoar sistemas elétricos. O mesmo raciocínio pode aparecer em equipamentos domésticos, instalações, máquinas e soluções tecnológicas destinadas a diferentes setores.
A automação entra quando componentes precisam operar de maneira organizada. Sensores, comandos e controle podem ampliar projetos desse tipo, dependendo dos objetivos definidos pela equipe. Para explorar essa continuidade acadêmica, veja a pós em Engenharia de Controle e Automação EAD.
No catálogo do Bolsa Click, há uma oferta de Engenharia Elétrica EAD com os seguintes dados:
| Rede | Mensalidade com desconto | Mensalidade sem desconto | Desconto | Duração |
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| Unime | R$ 179,28 | R$ 332,22 | 46% | 60 meses |
Quem pretende começar a graduação pode consultar as bolsas de Engenharia Elétrica EAD disponíveis. Cadastro grátis, sem taxa de adesão.
Perguntas frequentes
A armadilha elimina os mosquitos com inseticida?
Não. Conforme o MEC, o equipamento usa iluminação e ventilação para realizar a captura. A proposta evita a aplicação de inseticidas no funcionamento do protótipo.
O projeto já foi testado pelo IFPA?
Sim. O equipamento foi usado na própria unidade de ensino. A equipe avaliou as capturas, examinou os insetos e fez ajustes nos componentes, na montagem e na proteção elétrica.
É possível aprender a desenvolver soluções parecidas em Engenharia Elétrica?
O curso oferece conhecimentos relacionados a circuitos, energia, eletrônica e integração de componentes. Projetos interdisciplinares podem aplicar essa base a desafios ambientais, industriais ou de saúde.
Fonte: Armadilha luminosa desenvolvida no Ifpa ajuda no combate à dengue, MEC, 16/10/2026.



