Neste artigo
Os agentes de inteligência artificial estão assumindo etapas operacionais, consultando sistemas, analisando informações e encaminhando exceções para pessoas, segundo o Valor Econômico. Esse avanço muda funções em grandes empresas e aproxima a rotina de quem trabalha com dados, software e automação, áreas ligadas à graduação EAD em Ciência de Dados e Inteligência Artificial.
Como os agentes de inteligência artificial estão mudando o trabalho?
Os agentes de inteligência artificial estão entrando nas rotinas corporativas como sistemas capazes de avançar por várias etapas de uma atividade, segundo o Valor Econômico. As equipes humanas continuam definindo objetivos, limites e critérios de qualidade.
Um agente recebe uma tarefa, consulta as informações disponíveis e escolhe quais ações executar. Diferentemente de uma ferramenta que apenas responde a uma pergunta, ele pode percorrer um fluxo de trabalho, interagir com sistemas e solicitar intervenção humana quando encontra uma situação fora de seu alcance.
No varejo, a experiência conhecida como WhatsApp da Lu começou no encerramento de 2025. O volume informado já supera 9 milhões de conversas. O funcionamento reúne diferentes agentes e uma equipe humana que estabelece orientações para o atendimento, estilo de resposta, regras sobre privacidade e limites de segurança.
A avaliação das conversas também combina automação e acompanhamento profissional. O sistema produz a análise inicial e atribui uma pontuação. Quando aparece uma diferença relevante em relação ao padrão esperado, uma pessoa examina o caso e fornece orientação para melhorar as interações posteriores.
O uso corporativo não está limitado ao atendimento. A Roche trabalha com agentes distribuídos em atividades relacionadas à jornada de pacientes, tratamento de dados, produção e revisão de código e apoio a pesquisas clínicas. A companhia também possui um agente voltado ao desenvolvimento profissional, capaz de relacionar informações internas com planos individuais de aprendizagem.
Na operação tecnológica do Bradesco, agentes apoiam mais de 5 mil profissionais. A plataforma interna reúne 70 agentes especializados em documentação, análise de incidentes, modernização de sistemas e avaliação de alterações. O banco também informou ganho de 69,5% de eficiência na elaboração de histórias usadas para envolver funcionários.
Outro exemplo de aplicação pode ser visto no conteúdo sobre agentes de IA em compras, que mostra como a automação pode avançar por diferentes etapas de uma jornada.
Por que os agentes de IA importam para profissionais?
Os agentes de IA importam porque transferem parte da execução repetitiva para sistemas automatizados, enquanto profissionais passam a configurar processos, revisar resultados e tratar exceções, conforme os casos empresariais apresentados pelo Valor Econômico.
A mudança amplia a importância de funções ligadas à organização de dados, desenvolvimento de software, integração de sistemas e definição de controles. Um agente depende de informações acessíveis, instruções coerentes e mecanismos que impeçam ações inadequadas. Sem esse conjunto, a automação pode produzir respostas inconsistentes ou seguir um caminho diferente do esperado.
O trabalho humano aparece em pontos decisivos. Pessoas definem o que o agente pode fazer, quais dados pode consultar, quando deve interromper uma atividade e como um resultado será avaliado. Também cabe às equipes investigar desvios e transformar o que foi aprendido em ajustes para interações futuras.
Essa estrutura cria espaço para profissionais que compreendem tanto o lado técnico quanto o contexto do negócio. Não basta gerar uma resposta automática. É preciso entender a origem dos dados, acompanhar o comportamento do sistema e avaliar se a ação realizada respeita as regras estabelecidas pela empresa.
O tema também envolve controle contínuo. O artigo sobre monitoramento e auditoria de agentes de IA explica por que acompanhar decisões automatizadas faz parte do trabalho de supervisão.
Que curso prepara para trabalhar com agentes de IA?
A graduação em Ciência de Dados e Inteligência Artificial oferece uma base ligada à análise de informações, programação, criação de modelos e integração de soluções, conhecimentos relacionados ao desenvolvimento e à supervisão de agentes de IA.
Na prática, a atuação pode envolver preparação de dados, construção de fluxos automatizados, avaliação de resultados e conexão entre modelos e sistemas empresariais. O profissional também precisa documentar decisões, testar comportamentos e colaborar com áreas que conhecem as regras do processo automatizado.
A modalidade EAD permite estudar conteúdos técnicos com organização compatível com outras atividades. Antes de escolher uma oferta, vale comparar mensalidade, duração e rede de ensino. O catálogo apresenta as seguintes condições para o bacharelado:
| Rede | Modalidade | Mensalidade com bolsa | Mensalidade sem bolsa | Desconto | Duração |
|---|---|---|---|---|---|
| Pitágoras | EAD | R$ 107,22 | R$ 265,56 | 60% | 48 meses |
| Unime | EAD | R$ 107,22 | R$ 276,67 | 61% | 48 meses |
| Anhanguera | EAD | R$ 108,37 | R$ 317,58 | 66% | 48 meses |
| Anhanguera | EAD | R$ 108,38 | R$ 295,60 | 63% | 48 meses |
Quem deseja comparar as condições pode consultar as bolsas de Ciência de Dados e Inteligência Artificial EAD. Também há um guia específico sobre bolsa para Ciência de Dados EAD. Cadastro grátis, sem taxa de adesão.
Perguntas frequentes
Os agentes de IA vão substituir todos os funcionários?
Os casos relatados pelo Valor Econômico não mostram uma substituição completa das equipes. No atendimento descrito, agentes e funcionários atuam juntos. As pessoas estabelecem as regras operacionais, os limites de segurança e os padrões de resposta, além de analisar desvios que exigem julgamento ou conhecimento do contexto.
O que um agente de inteligência artificial faz dentro de uma empresa?
Um agente de inteligência artificial pode consultar sistemas, percorrer etapas de um processo, analisar informações e escolher uma ação dentro de limites previamente definidos. Segundo o Valor Econômico, essas aplicações já aparecem em atendimento, documentação tecnológica, análise de incidentes, desenvolvimento profissional, pesquisa clínica e tratamento de dados.
Ciência de Dados e Inteligência Artificial ajuda a trabalhar com agentes?
A graduação em Ciência de Dados e Inteligência Artificial reúne conhecimentos relacionados a dados, programação, modelos e automação. Essa formação pode preparar o estudante para desenvolver componentes técnicos, integrar sistemas, avaliar resultados e supervisionar fluxos executados por agentes, sempre considerando as regras e necessidades de cada organização.
Fonte: Agentes de IA começam a transformar as rotinas nas grandes companhias, Valor Econômico, 26/10/2026.
Bolsa Click
Como estudar com bolsa de estudo
Escolha o nível, compare as ofertas das faculdades parceiras e veja o preço com desconto. Cadastro grátis, sem taxa de adesão.
Onde estudar com desconto



